Alma que aí fora abita,
Você me indica?
A que vive fora da desarmonia e infelicidade,
Amiga da verdade me faz a vontade?
Quero viver de bondade e longe daqui.
Donde ainda moro perto aos vermes.
Quero abraçar as letras dos sonhos,
Dos que formam o mundo.
Já faço meu papel, mas quero reconhecimento,
Do meu conhecimento.
Não é arrogância querer fruto de minhas sementes.
De minhas idéias recentes.
Alma verdadeira que aí procura,
Você! Me inclua?
Lembra de minhas gritarias escritas...
Amiga que não me conheceu de verdade.
Quero ser seu amigo pela eternidade.
Viver contando-te para todo mundo.
Falando fantasias e sobriedades...
Sobre os que formam o mundo.
Do qual faço meu papel e quero meu laurel,
Do meu tipo de vida.
Não é utopia minha, acredita?
Dê-me esta oportunidade...
Não me ofereça mediocridade.
Que dessa já estou cheio.
De verdade...
Pobre ou não...
Sou real e original.
E que a realidade floresça.
E que me dê de direito.
Meu destino escolhido.
Sou mais um filho parido...
Mereço atenção, não exclusão.
Atenda, por favor, meu pedido...
s.b.